PUBLICAÇÕES

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Discorrer acerca de problemáticas relacionais recorrentes no cotidiano de instituições educacionais entre estudantes e na comunidade é um dos objetivos deste trabalho que propõe utilizar pressupostos de neurociência para orientar intervenções resolutivas. Pesquisas de Herculano-Houzel (2005), Siegel e Bryson (2015) e Siegel (2016) atualizam conceitos de funções neuronais que embasam ferramentas psicossociais possíveis de serem usadas em abordagens educacionais para promover o desenvolvimento de múltiplos saberes, especialmente a inteligência emocional e o sentimento de empatia, trazendo resultados positivos para educandos e educadores e um clima relacional mais leve e sociável no cotidiano escolar, transformando fontes de desentendimento em oportunidades de crescimento e evolução individual e social.
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Tivemos como objetivo promover um ensino significativo em que os alunos, por meio do processamento textual consciente e da prática de simulados aos moldes de um jogo, fossem estimulados a se posicionar como copartícipe da construção do saber. Nas aulas destinadas ao estudo do texto, mais do que responder questões, os estudantes precisaram ativar seus conhecimentos linguísticos, enciclopédicos e interacionais para produzir sentido. A ativação desses conhecimentos foi possibilitada através de uma prática pautada nos pressupostos da Linguística Textual (KOCH, 2011; KOCH e ELIAS, 2011) e da neurociência (CHABOT e CHABOT, 2005; IZQUIERDO, 2011). Como resultado, pudemos observar que, além da aquisição dos conhecimentos relacionados à língua materna, foi construído um espaço de cooperação no qual foram desenvolvidas habilidades que serão úteis para além da sala de aula.
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Expor a importância da formação integral desde os anos iniciais da educação formal é um dos objetivos deste trabalho, além de destacar a formação de líderes e impactos positivos da sua atuação nas salas de aula, conduzindo o corpo discente nas decisões que envolvem melhoria da qualidade da aprendizagem e cuidado com o patrimônio da instituição. O caso da Escola de Tempo Integral José Carvalho, em Fortaleza-Ce, ressalta a ação docente que converge para o pensamento e elaboração do projeto de vida dos estudantes, motivando as turmas a desenvolverem a competência autônoma, postura responsável e potencialidades úteis para a vida produtiva e convivência em sociedade. 
INTELIGÊNCIA EMOCIONAL PARA UMA NOVA VIDA.

Por muito tempo acreditou-se que ter elevado QI (Quoeficiente Intelectual) era garantia de sucesso. As habilidades cognitivas são muito importantes e isso é inquestionável, porém não são suficientes. Um conceito em psicologia que se tornou conhecido em 1995, através do psicólogo e PhD, professor da Universidade de Harvard, Daniel Goleman, denominado Inteligência Emocional (QE), tem sido defendido como principal responsável pelo sucesso ou insucesso das pessoas...

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Esta prática demonstra descobertas da neurociência (HOUZEL, 2013) aplicadas no cotidiano escolar. O objetivo é, por meio da cerimônia trimestral de entrega da Medalha de Boas Práticas, contemplar alunos que apresentam mudança positiva de postura e realizam ações de protagonismo estudantil. Estudantes que se destacaram em seu desenvolvimento interdimensional e transformaram positivamente suas práticas são certificados e premiados com a “medalha de boas práticas” em cerimônia, acompanhados de familiares e/ou responsáveis. Edições anteriores desta premiação atestam que essa ação resulta na crescente evolução nos níveis de inteligência emocional da comunidade escolar, repercutindo em maior autonomia e ocupação dos espaços e tempos da escola de forma produtiva: alunos como coautores na solução dos problemas e corresponsáveis pelos bons resultados obtidos.
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Apresentar o programa de Reforço Positivo nas Relações Familiares, mediado pela escola, e discorrer acerca do seu impacto no cotidiano dos estudantes são os objetivos desse trabalho. As ações visam a promover e fortalecer, de forma sistemática, o bom relacionamento entre pais e filhos matriculados na Escola de Tempo Integral José Carvalho, através de formações que se fundamentam em pressupostos da neurociência, programação neurolinguística, coaching e inteligência emocional... Segundo as neurociências, o cérebro registra e estabelece padrões comportamentais reproduzidos automaticamente, no decorrer da vida. Entre os padrões, destaca-se a forma de condução da educação dos filhos.
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Um dos desafios para a educação institucional na atualidade diz respeito a acrescentar à dimensão cognitiva a formação crítica e ética. O objetivo deste artigo é descrever detalhes do protagonismo de jovens estudantes na cultura de escola de tempo integral e compreender os fenômenos sociológicos imbricados no processo: empatia, solidariedade e mobilização de toda comunidade escolar para ajudar uma colega da turma a superar problemas de família. Pesquisas de Goleman e Senge (2015) em inteligência emocional apontam que a aprendizagem social e emocional complementa a vida acadêmica, bem como pressupostos teóricos de Libâneo, Oliveira e Toschi (2003) fundamentam a autossocioconstrução do conhecimento a partir do desenvolvimento do pensamento autônomo e atitude criativa. O uso metodológico da História Oral e a narrativa das protagonistas servem ao propósito de reconstituir os detalhes, proporcionando às entrevistadas a ressignificação de sentidos ao vivido e novos aprendizados para a vida, em acordo com pesquisas de Delory-Momberger (2008). A vivência desenvolveu no grupo o senso de maturidade e inteligência emocional, além da capacidade para pensar reflexivamente, de modo a assumir desafios, planejar ações e mobilizar toda uma comunidade escolar para alcançar seus propósitos.
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COAUTOR DO LIVRO: TRAJETÓRIAS E IDENTIDADES

"Este livro nos mostra a necessidade de efetiva articulação entre Educação Superior e instituições de Educação Básica, pois a profissão docente é, por natureza, marcada pela subjetividade de seus autores, por isso não deveria ser tomada como possível de ser pensada distante do locus onde os processos de ensino e de aprendizagem acontecem e a práxis não se desenvolve distante dos sujeitos construtores e inventores dessa prática." Ana Maria Iorio Dias